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Shenzhen
Uma Viagem à China
ISBN: 978-85-60090-19-8
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 160
Preço: R$ 32,00
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A OBRA
SHENZHEN
é um cativante relato de viagem em história em quadrinhos que traz as observações de Guy Delisle sobre a vida nessa fria cidade do sul da China, situada ao lado de Hong Kong, e isolada do resto do país por cercas elétricas e vigiada por guardas armados.
Trabalhando para uma empresa européia de animação que terceiriza o trabalho para estúdios asiáticos, o autor nos narra sua experiência de vida no trabalho, na relação com as pessoas e também nos mostra os costumes do país.
Shenzhen foi a primeira região da China a ser declarada Zona Econômica Especial, e é um dos locais onde grande parte da população chinesa almeja morar e trabalhar: em poucas décadas, a pequena vila de pescadores se transformou em uma megalópole de 14 milhões de habitantes.
Este crescimento acelerado e dirigido, voltado exclusivamente para os negócios, tornou-a uma cidade fria e impessoal, o que é sentido na pele por Delisle. A solidão de expatriado é uma constante na vida do autor, que realiza experimentos e brincadeiras para tornar sua permanência de três meses na cidade um pouco mais suportável.
O leitor vai desvendar um pouco de uma China desconhecida, que é observada e relatada com sensibilidade, ironia e humor por Guy Delisle.
O AUTOR
GUY DELISLE nasceu em Quebec, no Canadá, em 1966. Estudou animação em Toronto e trabalhou em vários estúdios espalhados pelo globo: Canadá, França, Alemanha, China e Coreia do Norte. Foi durante seu trabalho na Ásia que ele escreveu, e posteriormente desenhou, seus diários de viagem narrando suas experiências e aventuras na China, Coreia do Norte e Myanmar (Birmânia): SHENZHEN, PYONGYANG e CRÔNICAS BIRMANESAS. Atualmente dedica-se às histórias em quadrinhos e vive no sul da França com sua mulher e seus filhos.
ENTREVISTA COM GUY DELISLE NO BLOG DO 6º FIQ
BELO HORIZONTE - 6 A 11 DE OUTUBRO DE 2009
SITE DO AUTOR
BLOG DE GUY DELISLE
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Crônicas Birmanesas
ISBN: 978-85-60090-16-7
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 272
Preço: R$ 48,00
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Desta vez o autor da aclamada graphic novel PYONGYANG traça um retrato atemporal, incisivo e sensível de Myanmar, onde permaneceu por 14 meses, acompanhando sua mulher, que trabalha para a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF).
Em CRÔNICAS BIRMANESAS ele narra sua estada no país, onde aos poucos foi descobrindo a realidade política, social, cultural, religiosa e de saúde desta nação asiática governada por uma junta militar, e onde a economia é dominada por grandes grupos industriais internacionais.
Revistas e jornais censurados a golpes de tesouras, apagões diários em toda a cidade, regiões isoladas do resto do mundo pelos militares, internet monitorada pela censura, populações de vilas inteiras entregues à dependência de heroína e a líder de oposição, Aung San Suu Kyi, confinada em prisão domiciliar por mais de uma década. Esses temas são mesclados com outros mais leves, como o dia-a-dia com seu pequeno filho Louis, sua estada para meditação em um templo budista ou a alienação dos estrangeiros que ali habitam, formando um retrato do país, com muito humor, crítica e informações a que dificilmente teríamos acesso.
AUNG SAN SUU KYI E A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS
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Pyongyang
Uma Viagem à Coreia do Norte
ISBN: 978-85-60090-06-8
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 192
Preço: R$ 35,00
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• SITE UNIVERSO HQ - MELHORES LANÇAMENTOS DE 2007
7º LUGAR - Edições Especiais e Minisséries
• BLOG GIBIZADA de Telio Navega
OS 13 MELHORES QUADRINHOS DE 2007 (entre os 3 primeiros)
Em PYONGYANG, Delisle traça um retrato irônico e crítico da Coreia do Norte, apresentando seu testemunho único do país, dos habitantes, dos costumes, da situação de expatriado e do regime totalitário de Kim Jong-Il, a única dinastia comunista do mundo. Com a companhia constante e obrigatória de um guia e um tradutor, ele percorre a capital e arredores com seu olhar de artista, vendo além do que é cuidadosamente selecionado para ser apresentado aos raros visitantes estrangeiros.
Antes de viajar, Delisle, precisou assinar um contrato de confidencialidade de informações e só pôde publicar PYONGYANG quando a empresa francesa para a qual trabalhava faliu. A mesma já havia ameaçado processá-lo quando soube da intenção do autor de transformar os acontecimentos de sua estada na Coreia do Norte em um diário.
Uma visão ao mesmo tempo pessoal e informativa sobre a Coreia do Norte, onde os jornalistas não são bem-vindos, e nem Guy Delisle, depois desta graphic novel.
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